A Cartilha, que teve sua primeira edição lançada em 2005, foi revista e ampliada. Segundo o diretor do Departamento de Patrimônio Histórico, Marcelo Cachioni, esta revisão se tornou necessária, já que alguns dos bens tombados que estão retratados na cartilha, passaram por obra de restauração. Outro fato que levou a revisão é a instituição da lei Cidade Limpa, que causou a modificação de muitos prédios. A ampliação fica por conta da inserção de um novo tipo de patrimônio, que são os bens imateriais, que podem ser registrados, como a Festa do Divino ou o Batuque de Umbigada, que são expressões culturais do país e do seu povo.
A cartilha é montada de forma didática, com perguntas e respostas que tratam sobre a importância do patrimônio cultural, como acontece um tombamento, o que pode ser tombado, entre outras questões, tudo isso de uma linguagem acessível para adultos e crianças. “Queremos que o assunto possa ficar claro para quem se interessar, seja uma criança ou um adulto, por isso a linguagem que se adequa a todo tipo de público”, explica Cachioni.
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